Paletas de cores com o Color Supply

Muitas vezes encontrar a matização de cores ou uma simples paleta se torna um trabalho árduo. Independente da forma, as cores são responsáveis por comunicar e emocionar diretamente quem está visualizando a sua arte. Pode torna-la aconchegante ou conflitante, mas uma coisa é indispensável e indiscutível. A cor revigora, conecta e mostra um conceito por meio de suas luzes.

Neste post, apresento uma ferramenta web simples e efetiva para compor uma paleta infalível para qualquer job. O Color Supply desenhado por Mason Gentry, oferece combinação em cinco sistemas diferentes de composição: complementar, análogos, tríade, complemento de divisão e quadrante. Além de 20 exemplos de matiz por sistema e cores.

Agora achar sua paleta se tornou mais agradável.
Acesse e comece agora: http://colorsupplyyy.com/app/

  

 

Como construir um e-mail responsivo

responsive-graphicHá 10 anos atrás somente um visionário era capaz de vislumbrar que em 2016 o acesso via dispositivos móveis seria maior que o acesso através do modo convencional, os desktops.
Hoje, o que foi delírio, tornou-se uma realidade ligada ao cotidiano de cidadãos ao redor do mundo. Milhões de aplicativos voltados aos celulares e tablets impulsionaram a internet a adequar-se a esse ponto disruptivo na tecnologia.
O modo responsivo de construção de sites tornou-se uma obrigação, não ter uma boa experiência de navegação em dispositivos móveis é um caminho para o aumento da taxa de rejeição e consequentemente o fracasso de qualquer negócio que esteja na web.
No entanto, o modelo responsivo de websites está desenvolvido e existem diversos documentos e recursos na internet que auxilia até mesmo um leigo a fazer o seu site nessa arquitetura, porém, não é o mesmo cenário para as campanhas de e-mail marketing até agora.
O Google anúncio mudanças na estrutura do Gmail (que conta com 900 milhões de assinantes pelo mundo) para atender e-mails de modo responsivo. Isso mesmo, agora você poderá inserir divs e medias queries em seu HTML em detrimento das velhas e limitadas tabelas. E se o Google iniciou, o resto virá atrás deles, só não acredito que a Microsoft faça algo para o Outlook receber e-mails responsivos, se até o momento a ferramenta não roda um simples GIF imagina medias queries.
Então vamos lá, seguem três links que te auxiliarão nessa incursão ao e-mail responsivo, teste, abuse e aprimore a experiência das campanhas de e-mail nos dispositivos móveis. Não espere a concorrência sair na frente, começa agora mesmo.

Links para desenvolver e-mails responsivos:

http://responsiveemailresources.com
https://developers.google.com/gmail/design/
https://goo.gl/fCjyuq

Por Lucas Reis

3 táticas arriscadas para tentar em sua próxima campanha de e-mail marketing

tres_riscos_emailAderindo às estratégias testadas e verdadeiras é uma escolha popular (e segura). Mas, às vezes, vale a pena tomar um grande risco para a chance de colher algumas recompensas ainda maiores. Se você está se sentindo corajoso, aqui estão três estratégias arriscadas para tentar em sua próxima campanha, mas potencialmente gratificantes.

  1. Use uma linha de assunto inusitado

Tente surpreender e despertar a curiosidade de quem está recebendo o seu e-mail. Possuir o conhecimento do comportamento de consumo do seu cliente é primordial para que você consiga elaborar um assunto de e-mail irresistível à abertura.

  1. Seja vago, muito vago.

Estudos sobre e-mail marketing nos diz para demonstrar um claro valor tanto em sua linha de assunto e o corpo de seu e-mail. Porém, as vezes vale a pena ser subjetivo e provocar a construção de ideias ao seu cliente. Nem sempre precisamos dar tudo mastigado aos consumidores.

  1. Mude o seu “de” nome.

Como um profissional de e-mail, você já deve ter feito tudo o que pode para otimizar “de” nome da sua marca. Afinal, 68% dos americanos dizem que baseiam a sua decisão de abrir um e-mail sobre o “de” nome sobre qualquer outra coisa. E 43% dos destinatários de e-mail irá reportar um e-mail como spam em base no “de” nome sozinho.

 

Escrito por McKenzie Gregory

Veja matéria original em: https://goo.gl/cqcI1S

 

Criação da Agency VSA Partners para Harley-Davidson

Harley-Davidson ao som de ‘Come Together’, dos Beatles

Confira o comercial “Our Night”, criado pela VSA Partners para Harley-Davidson. A marca está lançando oito modelos no mercado.

Ao som de “Come Together”, dos Beatles, interpretada pela banda The Strypes, da Irlanda, o filme apresenta as Harley-Davidson nascidas do Projeto Rushmore, que definiu mudanças conceituais na potência e capacidade de frenagem das motocicletas.

Redes sociais e a mídia online: qual o futuro?

TheSocialWeb1Diariamente, as empresas estão discutindo quais as melhores estratégias digitais para elevar as suas vendas, aumentar a audiência dos seus sites ou o seu número de seguidores nas redes sociais. Elas estão sempre buscando como ampliar seus acessos a vídeos no Youtube, ou como fazer com que as pessoas comentem mais em seus blogs corporativos.

Dentre as estratégias digitais que as marcas buscam, mídia online e redes sociais estão entre as preferências das marcas para atrair essa audiência para os seus canais. As redes sociais atraem audiência qualificada, enquanto a mídia online atinge a massa. Será mesmo que essa teoria é real? O difícil é cravar uma resposta para afirmar se isso é uma verdade absoluta ou não, afinal depende muito do mercado em que a sua marca está atuando.

Algumas marcas em alguns segmentos conseguem um excelente resultado de mídia online; outras conseguem resultados com redes sociais. E qual o segredo? É saber trabalhar em todo o processo. Em mídia online é preciso avaliar muito bem qual o veículo, canal e peça a ser comprada. Já nas redes sociais é preciso saber que o que as pessoas querem nas redes. Na minha opinião, relacionamento é a chave do sucesso nas redes sociais.

Mas qual seria o futuro dessas mídias? O banner vai morrer? As redes sociais vão substituir os sites corporativos? As pessoas vão deixar de ler matérias no portal para receber as notícias pelo Twitter? O YouTube vai substituir a TV e as rádios online substituir o rádio do carro? Não cravaria dessa forma, entretanto, vemos que em 1950 disseram que a TV ia “matar” o rádio. Em 2012 vemos que isso não aconteceu…

O primeiro passo para um exercício de futurologia é deixar de lado esse pensamento de que uma mídia vai matar a outra. Não vai! Em época de e-books, os livros venderam 10% a mais em 2012 do que em 2011, os discos de vinil estão voltando e camisetas retrô de futebol viraram a nova mania entre as torcidas. Pronto, há sempre os tradicionais que querem o que estão acostumados. Segundo ponto, é preciso pensar nas evoluções das mídias. A tecnologia, pilar importante para o sucesso desses canais, está cada vez mais avançada, então, vamos usá-la nosso favor!!! O banner pode não dar mais o resultado de antes, mas e o DHTML com vídeo? Só fazer um post no Facebook pode não dar resultado, mas e o Social Game?

Para um terceiro e importante passo, é preciso pensar cada vez mais no “neoconsumidor” e em todo o seu potencial de consumo, indicação, recomendação e críticas. Hoje, querendo a marca ou não, as pessoas estão construindo ou destruindo as marcas. 66% das pessoas comentam sobre uma compra nas redes. Uma compra positiva impacta entre 10 e 20 pessoas. Já uma negativa, varia entre 100 e 200 pessoas. Imagina na Inglaterra, onde 50% dos acessos a web vem do Facebook, o que isso representa para uma marca? Compreendido isso, vamos entender a fundo o que, como, onde e por que as pessoas se relacionam com uma marca ou por que interagem com um banner.

Dentro do curso de marketing digital, mostramos como gerar negócios na web, sendo por meio de mídia online, Facebook, blog, YouTube, Twitter ou qualquer outra estratégia digital que a marca vá usar para alavancar as vendas, tendo o digital como o principal canal de vendas.

A Internet está aí, cada dia mais presente na vida das pessoas. Se você como marca quer se relacionar com essas pessoas, esteja atento para a Internet. Se você não está,esteja certo que o seu concorrente está!

Felipe Morais

O bloqueio criativo

Até hoje só tive o prazer de fazer coisas que amo e sem nenhuma preocupação, quando estou fazendo trabalhos freelas, não pelo fato do desprendimento de compromisso, muito pelo contrário, levo os meus freelas como o quam da minha vida. Momentos lépidos e de angustia que se torna uma dicotomia de elexir do deleite, coisa que quase nenhum ambiente corporativo consegue ater, sinceramente odeio essas empresas draconianas que acreditam que a interpelação e compelição são ferramentas indispensáveis para o respeito e comprometimento, estão de coorpo e alma enganados, pois tudo isso só cria o bloqueio criativo e a desmotivação em massa que se torna uma endemia na empresa. Porra bloqueam o meu twitter, meu MSN, meu Facebook, enfim bloquearam a minha mente.
Mas existe artifícios que podem te dar desafios e referências que quebram essa capsúla destruidora: você mesmo, trabalhando e se esforçando em seus freelas, e tendo princípios, personalidade e filosofia.
Esse site lhe ajudará: http://adsoftheworld.com/
Abraços

Gillette – Tanto investimento para uma comunicação pueril

Vamos lá pessoal, depois de algum tempo no casulo voltei, e voltei para falar de um comercial da Gillette que de tão ruim me fez dar gargalhadas. O problema em especifico é a regionalidade, por que a prepotência dos executivos dessa empresa acredita que a comunicação disparada nos Estados Unidos funciona do Brasil ou em outros países. A campanha é do novo aparelho que eles informam que você terá um barbear mais refrescante, mas o que me divertiu foi a argumentação de venda do produto, tem três garotas lindas conversando e um garoto boa pinta tentando conquistar uma delas, e a voz narrativa diz: Você quer chegar na garota mas não sabe como, seus problemas acabaram, chegou o Gillette bla bla bla que salvará o seu pênis. Nossa pediram para o pessoal do Casseta e Planeta redigir o texto, ou melhor traduzir, no mínimo eles sacanearam.

Criação de Marca (logo)

Todo criativo um dia passou ou passará por essa árdua tarefa, que a principio aparenta ser tão fácil como ligar o micro. Mas quando você mostra as primeiras ideias ao seu cliente, os olhos deles te dará a sensação de frustação e de que você terá que trabalhar no final de semana. Bem, existe alguns caminhos que podem encurtar essas reuniões exaustivas de molde. Tente captar o máximo de informação sobre o mertcado de atuação da empresa, de seus concorrentes, de seu públuico alvo e lógico o principal, a expectativa que o cliente tem com relação a sua marca, esse é o momento de abstração e subjetividade, por exemplo: o que ele quer transmitir em sua representatividade da marca? seridade? trasnparencia? agilidade? liberdade? segurança? entre milhões de objetivos. Após esta dicecação de pensamentos é a hora de rabiscar, cara sempre rabisque, pois o computador só é uma ferramenta de execução, o illustrator (ou outro tipo de programa gráfico) será a sua materialização, mas a sua mente será sua principal vertente. Então pense em o que representa liberdade, a Honda estilizou uma asa, e você como faria, qual é a sua percepção. Tente, execute, esforce-se, treine e cresça.

Abraços

http://www.lucasreis.com.br/